Sobre o PyPlaca
Uma IDE de MicroPython para a ESP32 que roda inteira no navegador: você escreve o código, monta o circuito e vê a placa reagir, sem instalar nada e sem precisar da placa.
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O que é
O PyPlaca é uma plataforma de ensino de Python e MicroPython feita para uma placa só: a ESP32 DevKit V1 (30 pinos). À esquerda fica o editor de código; à direita, a placa numa bancada 3D, o editor de circuito (protoboard, fios e componentes) e as saídas: Serial com REPL, variáveis, linha do tempo dos pinos, avisos elétricos e testes.
- Trilhas com lições e desafios corrigidos automaticamente e XP;
- Artigos longos, com exemplos que abrem no simulador com um clique;
- fichas de componentes e o mapa de pinos da DevKit V1, com a fonte de cada número;
- exportação do projeto em
.zip(o seumain.py, como você escreveu) e gravação na placa de verdade pelo cabo USB (Chrome e Edge).
Para quem
Para estudantes de cursos técnicos e superiores que estão começando em programação de microcontroladores, para professores que querem uma aula prática mesmo sem uma placa por aluno (com turmas e painel de acompanhamento) e para quem gosta de eletrônica e quer testar uma ideia antes de ligar os fios.
Quem faz
O PyPlaca é criado e mantido pelo Prof. Rodrigo dos Santos Faustino, professor de programação, sob a marca FAUSTINOPSY. A plataforma nasceu da sala de aula: o laboratório nem sempre tem placas para todos, e o aluno precisa errar, medir e tentar de novo sem medo de queimar um componente.
O projeto irmão é o logicabr.dev, do mesmo autor, para aprender lógica de programação em português. O PyPlaca herdou de lá a forma das trilhas, do XP e do teste de mesa; o resto foi feito para a ESP32.
Como funciona, em poucas palavras
Tudo roda no seu navegador. Um interpretador de Python escrito em JavaScript executa o seu programa passo a passo e conversa com um modelo da placa: os pinos, o PWM, o ADC, o I2C, os timers, o Wi-Fi e o MQTT simulados. Por isso dá para pausar, voltar um passo e ver cada variável. O servidor só entra quando você cria uma conta: para guardar projetos e progresso na nuvem (se você permitir), corrigir os desafios oficialmente e montar turmas. Sem internet, a IDE, o simulador e as trilhas continuam funcionando.
Quão perto da placa real
Fidelidade ao hardware é regra do projeto, não enfeite. Os números do simulador (pinos que só leem, pinos de boot, tensões, resolução do ADC, frequências do PWM, tempos) vêm da documentação da Espressif, do código-fonte do MicroPython v1.29.0 e de medições numa DevKit V1 de verdade; quando um comportamento ainda não foi medido, ele fica marcado como pendente no código, em vez de virar um número inventado.
Mesmo assim, simulação não é a placa: o tempo, os valores analógicos, o ruído, o consumo e o Wi-Fi (que aqui conversa com uma rede simulada e uma lista de endereços permitidos) podem se comportar diferente no hardware. O simulador serve para aprender e testar a lógica; antes de ligar um circuito real, confira as tensões e a ficha do componente. Os detalhes estão nos Termos de uso.
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